Usina
Nuclear Angra 1
Em 1968, o Governo
Brasileiro decidiu ingressar no campo da produção
da energia nucleoelétrica, com o objetivo primordial de propiciar
ao setor elétrico a oportunidade de conhecer esta moderna
tecnologia e adquirir experiência para fazer frente às
possíveis necessidades futuras. Como naquela época
já estava prevista uma complementação termelétrica
no Rio de Janeiro, foi decidido que esse aumento se fizesse mediante
a construção de uma usina nuclear de cerca de 600MW.
Esta incumbência foi, então, confiada pela ELETROBRÁS
às FURNAS Centrais Elétricas S.A., que realizou uma
concorrência internacional, vencida pela empresa norte-americana
Westhinghouse.
A
construção de Angra 1 foi iniciada em 1972, a primeira
reação em cadeia foi estabelecida em 1982 e a usina
entrou em operação comercial em 1985. Desde então
já gerou mais de 40 milhões de MWh, energia equivalente
ao consumo aproximado de 20 milhões de habitantes ao ano,
ou de um milhão de habitantes ao longo de seus 20 anos de
operação. Após a solução de alguns
problemas surgidos nos primeiros anos de sua operação,
Angra 1 apresenta um excelente desempenho, tendo operado em 2001
com um fator de disponibilidade de 83%. Isto a coloca dentro dos
padrões mundiais de desempenho, de acordo com os critérios
da WANO e do INPO.
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[
Desenvolvimento - 1, 2,
3, 4
] | [Rio-Santos - 1, 2]
| [Verolme - 1, 2]
| [Café - 1, 2,
3]
[Base
Naval - 1, 2,
3] | [Porto 1,
2] | [Decada de 70 - 1,
2] | [Usina - 1,
2, 3,
4, 5]
| [Frota - 1, 2,
3] |
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