| Embarcações
do Séc XVI
Antigamente,
durante centenas de anos, como na época de Hans Staden, era
muito difícil e, quase sempre impossível, identificar
a nomenclatura de cada navio de acordo com seu respectivo tipo.
A rigor, não havia diferença entre navio mercante
e navio de guerra. A pirataria foi, durante séculos, uma
instituição internacional, embora revestida e disfarçada
pela roupagem da diplomacia política. O navio pirata era
misto de navio de guerra e navio mercante. Pelo número de
mastros, pelo tipo de armação, pela altura do castelo-de-popa,
pelo aspecto geral do barco, um marujo experimentado podia de longe
calcular mais ou menos a sua tonelagem, mas nunca o seu número
de canhões. Como observa H. Van Loon, as palavras fragata,
galeão e carraca tinham significado elástico.
 Caravela
- A caravela clássica, considerada navio essencialmente português,
era na verdade um portento de engenharia naval, na época
do descobrimento do Brasil. Deslocava de ordinário 50 a 60
toneladas, Tinha de 20 a 30 metros de comprimento por 6 a 8 de boca.
Possuía 3 mastros, chamados de traquete, mastro-grande e
mastro-de-mezena. Um dos grandes melhorias da caravela, todavia,
estava no seu duplo velame, ou seja: além das velas quadradas
para os ventos de popa, tinha um sistema de pequenas velas triangulares
que permitia facilmente a navegação a barlavento (bordo
do navio da parte de onde sopra o vento). Era um navio dócil
ao manejo da maruja. Opondo pouca resistência à deriva,
tinha, por isto, grande facilidade de mudar de direção
como se fosse um barco a remo.
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[
Desenvolvimento - 1, 2,
3, 4
] | [Rio-Santos - 1, 2]
| [Verolme - 1, 2]
| [Café - 1, 2,
3]
[Base Naval
- 1, 2,
3] | [Porto 1,
2] | [Decada de 70 - 1,
2] | [Usina - 1,
2, 3, 4,
5] | [Frota - 1,
2, 3] |